A vida,
tal qual dança caudalosa de ciclos,
expande memórias,
e reverencia minha ancestralidade,
num resgate semiótico,
de cada história.
Esperei por vezes,
gratas surpresas,
agasalhadas em celofane
e trançadas em horizontes.
Já abreviei caminhos,
já estilhacei apreços,
por acreditar na proximidade,
de milagres e recomeços.
Eu não estive só,
mas bebi,
rouca e inerte,
no cálice da solidão.
Sigo, por vezes, calada,
adornada de loquaz verniz.
Alternando períodos,
Simples ou compostos,
Vibrando, sempre,
a emoção de uma aprendiz.
Poema simplesmente belo!
ResponderExcluirGratidão!
ExcluirA vida contada tão delicadamente contada em poesia
ResponderExcluirnesse lindo poema. Parabéns, Poetisa Carmen!
Belíssimo poema poetisa Carmem. Diz um pouco de todos nós, com sentimento e emoção, que de uma forma ou outra " bebemos, roucos e inertes, no cálice da solidão".
ResponderExcluirE ainda traz na poesia a esperança da "emoção de uma aprendiz".
Só aplausos poetisa.
Parabéns!!!
Belíssimo poema poetisa Carmem, que diz a todos nós que de uma forma ou outra: "bebi , rouca e inerte, no cálice da solidão". Trazendo a esperança na linda forma poética " a emoção de uma aprendiz". Só aplausos poetisa.
ResponderExcluirParabéns!
Belíssimo poema poetisa Carmem, que diz a todos nós que de uma forma ou outra: "bebi, rouca e inerte, no cálice da solidão". Trazendo a esperança na forma poética : " a emoção de uma aprendiz". Só aplausos poetisa.
ResponderExcluirParabéns!!!
Gratidão, nobre amigo e poeta!
ExcluirBelíssimo !
ResponderExcluirMuito obrigada!
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